segunda-feira, 21 de março de 2022

2022 ONDE MORRI?



 Um resumo de mim para mim mesmo, 

Sem ajustes, sem imagens

Apenas frio e destruido
eu e eu...me perco em mim
e não me acho


Alguém me da um oi, 
Um oi me da um grito,
Me mostra onde me perdi, 
Perdi em mim perdi em minha dor
Onde um desespero que nao sei de onde vem

Me destroi e contorce
como uma criatura do crespusculo
Pronta a se libertar, soltando sangue
e visceras para todos os lados

Onde me perdi?
Em que preciso de outros
E vis distraçoes que me distorcem
A ponto de eu mesmo não me reconhecer
Reconheço as sombras, reconheço a dança

Mas a mim mesmo, nunca
Nunca agora, nunca amanha nunda do nunca

E em uma dança macabra 
buso cacos que não existem, 

Encontro pesadelos em pessoas que defendo, 
Triste estou, lagrimas se tornam torrentes
Torrentes ja nao tem sentio

O que tem sentido em um século morto
Onde eu morri e não vi?

Onde estou?
Onde morri?
Onde não vivi?


Socorro...

domingo, 10 de março de 2013

Cacofonias de um Sentir longínquo

As asas agora translucidas como agua respingam sua forma com o balançar do vento, enquanto ele olha inerte o horizonte. Não existem olhos ali apenas uma visão longínqua e insípida... 
Havia esquecido o combate, havia esquecido tudo pelo menos por aquele primevo momento, para apenas ver o suave toque da brisa em sua face...
Contos de Vekariel


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Foice do Nove

Levanta tua foice 
Ò lorde do Feudo só
Olha ao teu lado e sustente teu sorriso
Aprendas com os mortais que danças 
E observas incauto teus belos passos

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O Terceiro

O Terceiro porta aos seus...
O terceiro ceifa os meus...
O terceiro anda entre os corpos
O terceiro sente seus mortos

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Escapismo - texto antigo de 2009

Sera verdade que o covarde de si mesmo guerreia...
Para assim enterrar os fantasmas que se deliciam em devorar suas entranhas alegremente?
Sera a ferida da carne mais suculenta que os nacos da alma?

O infinito não Saber

Ele estava ali perdido em pensamentos infinitos, pensamentos ínfimos... perdido em seu próprio interior...
Passara tanto, e ainda aprendera nada, as asas estavam baixas, não... não existiam as tinha guardado assim como a foice, ali naquele banco passaria por qualquer um, comum simples e pagão.
Mas estava ali, aquele que executa a final jornada e da o sinal da virada, quem corta a linha que nos liga a nosso plano mortal.

domingo, 15 de julho de 2012

CONJECTURAS - Ou como o tempo é sacana

Hoje me vi onde não queria...
Odeio passar na areá vulnerável, 
Ainda bem que tem quem me socorre,
Mas e quando não haver?
Minha arte é minha fraqueza e minha força
Minha força é minha turva visão
Minha arte por vezes me cega e me faz sangrar
Mas com o sangue em jorro escrevo e desenho
Com diferentes tonalidades do Carmesim Puro...

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Falta

Um tempo sem postar aqui...
Então deixa eu me desabafar um pouco...
Porque as pessoas me escapam cada vez mais, e as vezes me sou tao distante
e mesmo assim me agarro tanto a elas, porque eu insisto em dirigir minhas asas...
Porque as vezes por melhor que eu me esforce não pareça bom o bastante?

quarta-feira, 11 de abril de 2012

TEOREMA DAS ASAS


Teorema das asas

Onde tua alma voa?
Por onde vai teu existir?
Andas por campos desolados
Jardins psicóticos
de verde mortífero