quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Escapismo - texto antigo de 2009

Sera verdade que o covarde de si mesmo guerreia...
Para assim enterrar os fantasmas que se deliciam em devorar suas entranhas alegremente?
Sera a ferida da carne mais suculenta que os nacos da alma?

O infinito não Saber

Ele estava ali perdido em pensamentos infinitos, pensamentos ínfimos... perdido em seu próprio interior...
Passara tanto, e ainda aprendera nada, as asas estavam baixas, não... não existiam as tinha guardado assim como a foice, ali naquele banco passaria por qualquer um, comum simples e pagão.
Mas estava ali, aquele que executa a final jornada e da o sinal da virada, quem corta a linha que nos liga a nosso plano mortal.