segunda-feira, 18 de julho de 2011

A FOICE E O SER...


Da-me um sentido 
Um existir 
Da-me um oriente

terça-feira, 12 de julho de 2011

SATISFACTION


Nao satisfeito
O lobo volta ao cordeiro
Momento do faminto carmesim

Nao satisfeito
o cordeiro clama pelo lobo
Momento do inocente azul sem fim

Nao satisfeito
A asa volta aos ceus
Momento do libertário branco de mim

Nao satisfeita 
A foice volta a minha mão
Momento do obsceno negro a  amadurecer...

Coisas e a nada escapar

Adoro escrever aqui...
Porque?
Porque ninguem le... ninguem ve...
Como é em nosso dia a dia, mesmo.
Sabe como eu gostaria de escapar das necessidades basicas da espécie como um todo. Eu olho ao redor acho tão patético nossa necessidade de assegurar a perpetuação da espécie. Produza coma reproduza e morra. Basicamente esta é a premissa de tua e de minha vida.
Eu odeio isto, quero ir e ser o que quiser...
Mas tem hora que nao da... estes anos que estou so, tenho ido e vindo em minhas divagações, prometi a mim mesmo que nao quero mais alguem ue me dite o que fazer ou o que ser... prefiro morrer sozinho.
Mas as asas muitas vezes clamam por ter algo pelo que defender...
A foice vibra sem rumo...
Realmente não sei o que faço...
Desisti de depositar qualquer tipo de esperança em alguem...
Aquelas a quem quis dedicar nao me mostraram nem conciencida disto...
Aquelas onde esperava compreensão, recebi descredito...
De mim mesmo nao sei o que recebo....
Sabe realmente do fumdo do peito não quero perecer sozinho...
Mas tambem nao quero que alguem me faça perecer, apenas para nao estar sozinho no feudo...
Vivo o melhor momento ever de minha vida mais ao mesmo tempo gostaria de dividi-lo com alquem que o compreende-se...
Mas todos estão tão longe, distantes... que meus olhos negros mal podem rastrear alguem especial o bastante para isto...

Bem é isto...
Escrever para o vazio feudo
nas fuças de todos... olho vazio, vazio do olho...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

BALADAS DO HUMANO

Eu canto um cântico antigo
Um cântico que não existe em teu dicionario, um cântico que embalou tua criação...
Canto um cântico que não entendo e me consome....
Um cântico que me leva a ser atroz e veloz...
Mas que também me leva a a ver e sentir...
Chorar sorrir, ser e existir...

Canto un cântico, que tua matemática não entende
E tua alquimia repudia...
Canto um cântico, que a fúnebre balada entoa
E a alegre rapariga dança...

Canto um cântico esquecido a cada segundo....
Lembrado a cada respiro...
Canto um cântico que me faz ir
E te faz vir...
Que não entendo e me consome
Um cântico chamado
Humanidade...