sexta-feira, 1 de julho de 2011

BALADAS DO HUMANO

Eu canto um cântico antigo
Um cântico que não existe em teu dicionario, um cântico que embalou tua criação...
Canto um cântico que não entendo e me consome....
Um cântico que me leva a ser atroz e veloz...
Mas que também me leva a a ver e sentir...
Chorar sorrir, ser e existir...

Canto un cântico, que tua matemática não entende
E tua alquimia repudia...
Canto um cântico, que a fúnebre balada entoa
E a alegre rapariga dança...

Canto um cântico esquecido a cada segundo....
Lembrado a cada respiro...
Canto um cântico que me faz ir
E te faz vir...
Que não entendo e me consome
Um cântico chamado
Humanidade...

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