Um resumo de mim para mim mesmo,
Sem ajustes, sem imagens
Apenas frio e destruido
eu e eu...me perco em mim
e não me acho
Alguém me da um oi,
Um oi me da um grito,
Me mostra onde me perdi,
Perdi em mim perdi em minha dor
Onde um desespero que nao sei de onde vem
Me destroi e contorce
como uma criatura do crespusculo
Pronta a se libertar, soltando sangue
e visceras para todos os lados
Onde me perdi?
Em que preciso de outros
E vis distraçoes que me distorcem
A ponto de eu mesmo não me reconhecer
Reconheço as sombras, reconheço a dança
Mas a mim mesmo, nunca
Nunca agora, nunca amanha nunda do nunca
E em uma dança macabra
buso cacos que não existem,
Encontro pesadelos em pessoas que defendo,
Triste estou, lagrimas se tornam torrentes
Torrentes ja nao tem sentio
O que tem sentido em um século morto
Onde eu morri e não vi?
Onde estou?
Onde morri?
Onde não vivi?
Socorro...